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última atualização 20/06/2016

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Agora só no ano que vem

Acabaram as férias e agora devo voltar ao trabalho. Foram 30 dias de ócio não produtivo. Fui no Anime Friends 2011 do dia 16 de julho. Encontrei com titia Paluzza que esteve em Sampa na mesma época. Durmi, durmi e durmi mais um pouco. Como foi bom esquecer para quê serve o despertador! Fui ao cinema. Encontrei amigos e tomei alguns porres. Aproveitei para assistir novas séries e filmes online e pesquisei na internet material inédito para completar as minhas coleções e também para publicar aqui. Nestes 30 dias ocorreram muitas coisas no Brasil e ao redor do mundo. Amy Winehouse morreu. Sim, eu sei, ela já estava por triz e não resistiu. Por aqui, as personagens gays da TV são retiradas do ar através de mortes violentas; e na cidade de São Paulo a Câmara de Vereadores aprovou a entrada de um discutível Dia do Orgulho Hétero na agenda municipal. Nos EUA, a questão do momento é a reeleição de Barack Obama. Será que vai, será que não vai? Ao mesmo tempo a Grécia pede esmolas à União Europeia para adiar[?] o colapso financeiro. E aqui em terras tupiniquins, começamos a mostrar os primeiros fiascos relacionados à Copa Mundial de 2014. Não vai ser fácil ver o suado dinheirinho dos meus impostos escoando pelo ralo...
Enfim, a vida continua e, nos momentos em que eu não estive simplesmente parado, eu brinquei com edição de imagens e fiz uma coletânea do JULIUS que poderia ser exposta facilmente em qualquer parede que se queira dar um toque de “filandria” que só é possível aos gays. Talvez utilizando um fundo de cor dramática como preto ou vermelho, com as imagens fixadas por molduras estreitas. Fica a dica! =]



sábado, 6 de agosto de 2011

Reparação

Em todos esses meses em que eu deixei de publicar qualquer coisa que fosse, eu também não consegui encontrar nenhum material inédito. Também é verdade, que eu nem procurava. Mesmo agora que estou de férias no trabalho [infelizmente nos últimos dias, snif!] não aproveitei o tempo disponível para pesquisar. Em compensação teve algumas noites que eu dediquei exclusivamente a isso e qual não foi a minha surpresa quando descobri que tem muuuuita gente que se dedica exclusivamente a garimpar e publicar em blogs, e no Tumblr, imagens de desenhos gays. Alguns são até separados por categoria ou por artista. A minha única ressalva, neste caso, é que os administradores destas páginas não se preocupam muito com a idade das personagens representadas naquelas imagens... Claro, quem conhece o que eu mesmo publico poderá questionar se eu mesmo tenho alguma medida. Na verdade, tenho, sim. Meu limite vai até a representação de adolescentes. Eu já fui adolescente, duh, e sei que na adolescência nós somos sexualmente ativos. Então, qualquer desenho que mostre sexo com adolescentes é uma representação da verdade, coisa que não acontece com crianças. Crianças não sabem o que é sexo e mesmo que saibam na teoria, não o experimentam na prática. De modo que sexo com crianças nunca seria uma representação da verdade. PEDOFILIA É CRIME!...

Agora chega de lenga-lenga. Achei uma seleção interessante de COWBOYS.

Ausência

É meio estranho estar aqui de novo depois de tantos meses afastado. Por tanto tempo, na minha vida inteira, eu estive desempregado e com tempo ocioso, infinito tempo ocioso, diga-se de passagem, que nem me dava conta de como uma simples mudança de hábitos poderia afetar drasticamente a minha rotina. Eu gosto de rotinas, regras, ordenamento... enfim, tudo que tem sequência me traz uma sensação agradável de continuidade. Eu gosto quando as coisas duram. Sempre que faço essas minhas “autoanálises”, percebo o quanto minha personalidade é conflitante, cheia de contrastes, às vezes, antagônicos. Sim, eu gosto de rotina e continuidade, mas o trinômio começo-meio-fim, por exemplo, tem algo que me incomoda. O fim é o fim e acabou, não há continuidade, espiritualidades a parte, o fim não significa o começo de nada mais já que, por si só, o fim representa o término. Hello-ou! Daí que vem o meu lado anárquico, boêmio, porra-loca. Não importa onde começou, o que importa é o meio, o “durante”, não existe fim.
Eu me incomodo por ser preguiçoso, acomodado, desanimado, até. Não sou daqueles que vivem momentos maravilhosos nos poucos minutos entre um compromisso e outro. Não entendo os workaholic, essas pessoas que vivem pilhadas, ligadas no 220V, multitarefas. Entendo menos ainda essa nova geração, esses jovens que, parece, já nasceram com um chip implantado no cérebro. Não dormem muito, só comem besteiras, jogam videogame ao mesmo tempo em que falam no Twitter e no Facebook. Estudam, trabalham, namoram e se divertem; tudo ao mesmo tempo agora.
Acho que eu deveria ter nascido na Bahia.