quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Eterna luta

Dia Mundial de Luta Contra a Aids 2009
Uma imagem vale mais que mil palavras!

ORIGEM DO SÍMBOLO - fontes: Wikipédia[+], e o blog Fora de Moda[+]
A idéia do projeto Laço Vermelho partiu do grupo Visual Aids, de Nova Iorque, em 1991, sobre três pilares:
1. Permanecer anônimo, como indivíduos, e dar o crédito pela criação do projeto Laço Vermelho à bancada de artistas do Visual Aids como um todo, e não nomear qualquer pessoa como o “criador” do projeto;
2. Manter livre os direitos autorais sobre a sua imagem, como um símbolo único, de domínio público, de modo que nenhum indivíduo ou organização se beneficie com o seu uso;
3. A fita vermelha deve ser usada como um símbolo de conscientização, que exprima a solidariedade em relação aos portadores do HIV, e, não como uma ferramenta comercial ou marca.
Os artistas que formavam o grupo Visual Aids pretendiam criar um símbolo visual para demonstrar compaixão pelas pessoas que vivem com AIDS e também os profissionais de saúde. Inspirado pelas fitas amarelas em honra aos soldados americanos que serviram na Guerra do Golfo, a cor vermelha foi escolhida por sua “ligação com o sangue e à idéia de paixão [do Lat. passione, sofrimento] – não só raiva, mas o amor, como no dia dos namorados”. Quando no início de 1991 o ator Jeremy Irons recebeu o prêmio “Tony” com uma fita vermelha presa à camisa, o sucesso foi imediato e duradouro e a fita logo se tornou famosa como um símbolo internacional de conscientização sobre a Aids, e um acessório de moda politicamente correta nas lapelas das celebridades. A fita vermelha continua a ser uma poderosa arma na luta para aumentar a consciência pública sobre HIV/Aids e nos esforços políticos para aumentar o financiamento do tratamento e da pesquisa científica.
Em 1992 nascia em Londres a Red Ribbon International, uma ONG responsável pelo controle dos usos (e abusos) do símbolo internacional de luta contra a Aids. A Red Ribbon não quer ver o símbolo sendo usado por quem não tem nada a ver com a luta contra a Aids.
- matéria especial do UOL sobre HIV/Aids





AINDA VOU ATUALIZAR ESTA LISTA, OK?
- transex pioneira na operação de redesignação de gênero em mostra na Inglaterra ...[+ fotos]
- ...e, também, uma transex ícone da noite novaiorquina em visita ao Brasil

sábado, 28 de novembro de 2009

Em breve [Soon]...






Peruca nova

Acredite[m]!
O único “merchan” que faço, aqui, é para o nome que define a nuance de castanho desta tintura de cabelos.
A herança genética é um presente [sim, eu acho que é um presente e não uma arma] de dois gumes, disfarçar cabelos brancos... por que os fios não desbotam todos de uma vez? Uma folha em branco, pronta para ser preenchida com padrões inusitados, por vezes, impossíveis.
Sim, eu pintei os cabelos com a minha cor, Castanho Danny, sim, eu tenho cabelos brancos. Que fique claro que é um fator hereditário. Mas por que eu precisaria me justificar por ter cabelos brancos?
Odeio quando muitas perguntas ficam sem resposta, ao mesmo tempo. O ódio é um sentimento fútil, essas perguntas também são fúteis.
Mais dois meses e faço mechas preto-azuladas. Mais dois meses, mais dois centímetros. Quero-os abaixo dos ombros. Haja tempo!


Castanho Danny, tinha que ser!

domingo, 22 de novembro de 2009

Hoje é pé de caximbo

MUNDINHO / LUXO / FERVO / BABADO / ETC
- relação entre irmãos incomoda mais por ter final feliz
- repórter do New York Times é fã das histórias de cordel brasileiras
- preciso de um igual, aqui em São Paulo
- gay na vida e na arte
- guia espanhol para pais de homossexuais
- ela não é nem um pouco ga-gá
- nova modelidade artística: 4D [...ou de quatro?]




Revista da Tina nº 6- primeiro personagem gay dos gibis brazucas
- no Terra: Gibi abre discussão sobre como falar de homossexualidade
Mauricio de Souza decidiu que já era hora de “penetrar” em assuntos polêmicos nas suas publicações direcionadas ao público jovem, já que o foco das histórias escritas para esse público seguem uma receita, mais ou menos, conhecida e repetida a exemplo de Malhação. Até aí, tudo bem, eu entendo essa ideia de “penetrar aos poucos” pra não ferir os pudores de adultos conservadores [pseudo-moralistas-cristãos], afinal, quem paga pelos gibis [e vídeo games, baladas, etc] dos filhos são os pais e é preciso sempre convencer a estes últimos de que nada vai desviar suas sementes do caminho virtuoso traçado por Deus.
Eu só fico com uma dúvida: porque, então, o Mauricio de Souza não manteve suas personagens com a idade que tinham quando foram lançados? Quero dizer, a Tina atual está na faculdade, é uma jovem adulta com, no mínimo, 18 anos de idade, ela provavelmente não é mais virgem [hello-ou!] e já deve ter conhecido algumas colegas de turma que tiveram filhos na adolescência. Qual o problema de ter um amigo gay? Qual o problema se ele for assumidamente gay?
São coisas que só saberemos no futuro, com uma roda de amigos de diferentes etnias, reunidos em volta de uma fogueira, no novo mundo que existirá em 2013.
[...]
E eu que queria morrer em 2008, hein!




Coletânea com cenas de ROLANDO MÉRIDA... Enjoy! *D RECORTES

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Trevas

Era por volta de 22h08 do dia 10 de novembro de 2009, assim marcavam os relógios espalhados pela cidade escura ao longo do caminho que eu percorri, em um ônibus coletivo, até o ponto mais próximo de onde eu moro.
Antes disso, eu e meu amigo Jeferson estávamos conversando em frente ao seu computador quando um evento estranhíssimo ocorreu. Como um filme de terror, todas as luzes e todos os aparelhos ligados à eletricidade piscaram fantasmagoricamente. Em um movimento reflexo, desplugamos todos eles das tomadas. Titia Mari, sábia, como todas as mães, foi buscar velas.
Neste clima sombrio nos despedimos. Contudo, houve tempo ainda para escutar as notícias que vinham de um radinho à pilha. Graças aos deuses ainda restam algumas relíquias dos tempos em que não se usava a palavra “digital”.
Tive a impressão de estar vivendo algum tipo de holocausto, apenas uma estação de rádio podia ser sintonizada... São Paulo sem luz de Leste à Oeste; Rio de Janeiro sem luz nos morros, e, deste jeito em mais de dez Estados...
O QUE PODERIA TER ACONTECIDO?
Sem pensar muito, subi no primeiro ônibus que parou pra mim. Na cidade escura só o que se via eram os faróis dos carros e as sirenes das ambulâncias e viaturas policiais.
[...]

Realmente não estamos preparados para a falta de energia.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Depois de 2012

Danny Cullen, maybe not

Bye, bye, Rio!Hoje eu assisti ao filme-catástrofe do ano, 2012. Diretamente das mãos de Roland Emmerich [gay assumido], que tem em seu currículo uma lista de títulos, muitos deles fazendo alusão ao extermínio da espécie humana.
Como se estivesse apenas treinando com os trabalhos anteriores, como O Dia Depois de Amanhã [2004] e Independence Day [1996], Roland Emmerich fez de 2012 a somatória de tudo que já havia experimentado no cinema. Efeitos especiais de realismo surpreendente, trama bem amarrada no final, em que os EUA lideram o cronograma da salvação [ou simulando a salvar] o que resta da humanidade e a velha moral da história: os seres humanos são tão resistentes e adaptáveis ao seu meio ambiente, que podem ser até comparados a um vírus.
[...]
Sexta-feira, chegam Jacob Black, Isabella Swan e Edward Cullen para a continuação de uma história de amor ligada por laços de sangue.
- a saga crepúsculo: lua nova, site oficial em inglês

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ouvi essa música... e algo mais

I've got the moves baby, you got the motion
If we got together we'd be causing a commotion
I've got the moves baby, you got the motion
If we got together we'd be causing a commotion

Titia Mad in the 80’s
MADONNA, CAUSING A COMMOTION-Remix [+ baixe: 15,3 MB - mp3]


Tudo isso em homenagem à Geisy Arruda, 20 anos, caloura do curso de Turismo da Universidade [?] Bandeirantes [UNIBAN] de São Bernardo do Campo, que precisou ser escoltada por policiais militares após tumulto iniciado por seus colegas, supostamente, provocados por sua roupa, tida como “inadequada” ao ambiente escolar.
Você[s] não sabe[m] do que eu estou falando? Então veja[m] esta matéria que saiu na [+]FOLHAONLINE.
Além disso, se você[s] compartilha[m] comigo a opinião de que esse gigantesco país tão lindo e rico em biodiversidade, cultura etc, etc, etc, é ocupado e governado por pessoas pobres, burras, machistas, escravocratas, de mau caráter, arruaceiras, etc, etc, etc,... então aproveite[m] pra ler a análise da antropóloga Debora Diniz publicada no site do [+]ESTADÃO.


A PUTA DA UNIBAN




Como eu não me importo com a opinião alheia e duvido muito que eu conseguisse apoio [ou algum tipo de proteção, mesmo que compulsória] da polícia militar; venho mais uma vez publicar material “pirateado” e protegido por direitos autorais. Enjoy! *D


JULIUS, em TOUCH OF COLOR