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última atualização 20/06/2016

sábado, 24 de abril de 2010

Enquanto o sono não vem...

- sobre transmissão do vírus HIV e culpabilidade
- enquanto bispos católicos condenam o casamento gay...
- ...outros, além de respeitar, entendem...
- ...mas não só de católicos, vive o pecado
- quem for inocente, que atire o primeiro cocô
- mal saiu do armário e os esqueletos já estão vindo à tona
- blog pra quem queria tirinhas assumidas
- coitadinho do Dourado, correu até risco de morte
- pra mim, isso já virou arroz de festa!
- quem levou Triângulo Rosa e Pau de Sebo?... e, aqui, tem mais do mesmo
- camisinha para alérgicos... e, abaixo, um outro tipo de camisinha
Clique[m] na imagem acima para ver a matéria publicada na revista digital QXMEN em fevereiro do ano passado, a tradução fica por minha conta [um tanto tosca e precária, confesso!, mas foi a pressa].






A coletânea de hoje mistura fragmentos dos trabalhos de alguns dos artistas que prezo muito. Sem histórias completas ou sequências de imagens, já que nem todas as histórias tiveram seu texto retratado de uma forma que fosse, esteticamente, agradável pra mim. No caso destes desenhos de JOSMAN, todos publicados no site www.nightcharm.com, foram os poucos que uniram beleza ao erotismo. De qualquer forma, são novas imagens que posto aqui. Aprecie[m]: BRUNO B., em cores e preto e branco; além do encantamento de um oásis em pleno Oriente Médio no “Jardim Perfumado” de JULIUS.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Piranha do banheiro?

A indústria do sexo
Por que nós ainda adoramos um banheirão?

texto: Hayden Bridge, tradução: eu mesmo

Mais um mês do orgulho LGBT se passou e mais uma vez não houve eventos que celebrassem uma instituição exclusivamente gay e que há centenas de anos tem sido parte de nossas vidas, como drag queens e bofes escândalo. Palavras e frases associadas a ela fazem parte do léxico gay. Caçação. Policiais à paisana. Glory hole. Atentado violento ao pudor. É por essa última frase que o sexo no banheirão nunca vai ser uma fonte de “orgulho” gay. Pelo contrário, é o mais desprezado, pelo menos discutido, e o aspecto mais vergonhoso da vida gay. A não ser, talvez, pelo “So Macho” da coleção de discos de Sinitta. Mas esta é uma outra história. Os gays têm relações sexuais nos banheiros e todo mundo sabe o que fazemos, porque somos sempre pegos com as calças na mão. E não apenas os caras comuns. Todos, incluindo deputados e estrelas da música pop. Casais heterossexuais vão para hotéis. Mas nós vamos aos lugares públicos.
Oh não, não vamos não, você vai dizer. Se as casas [saunas, cinemões, clubes] que, hoje, estiverem vazias, estão assim porque os homens gays estão caçando na internet. Mas isso não é verdade. Aqui em Londres há meia dúzia de casas em funcionamento a uma curta distância dos escritórios da QXMEN. Existem sites na rede que indicarão centenas de outras por todo Reino Unido. E os guias gays confirmam que o sexo no banheirão continua sendo uma moda em todo o mundo. Outro equívoco é achar que apenas os homens muito velhos e/ou feios demais pra ferver na cena gay, caçam no banheirão. Mas, por acaso, você já esteve em algum point de pegação recentemente? Uma pesquisa realizada em 1998, com mais de 200 homens, em Barnet, Hertfordshire, descobriu que 3% destes homens começou a caçar em locais públicos entre as idades de 15 a 19 anos e que, surpreendentes 75% deles ainda fazem isso fora da cena gay comercial.
É possível que a caçação em locais públicos tenha sobrevivido à batalha com a internet, pelo menos no Reino Unido, porque o crime vitoriano do “atentado violento ao pudor”, que apenas se aplicava aos homens que faziam sexo com outros homens, foi abolido ante a Lei sobre Delitos Sexuais de 2003. A caçação em locais públicos não é ilegal e os belos policiais à paisana de roupa azul escura não têm atuado desde meados da década de 1990. Isso pode significar que fazer sexo em locais públicos não é tão grave como era antigamente. Mas conversando com qualquer “praticante” - e eu estive falando com alguns - e você verá que a ameaça de ser pego em flagrante, ou algo pior, costumava ser o principal atrativo da caçação. Será que veremos o dia em que acabará o sexo no banheirão, não porque é sujo e degradante, mas porque não é excitante o suficiente? É só uma hipótese...
Se você quer saber por que o sexo gay é intrinsecamente ligado ao ato de tirar “água do joelho” é por causa de nossa anatomia. As mulheres sempre se agacham atrás dos arbustos. Mas os homens têm por hábito, o fato de poder mijar em qualquer lugar e se estivermos suficientemente bêbados, certamente faremos. Quando os primeiros points de caçação apareceram no século XVIII [uma via no Moorfields de Londres, era conhecida como “corredor dos sodomitas”] os gays costumavam evitar a prisão, alegando que estavam “tirando água do joelho”. Ao mesmo tempo, os primeiros “puteiros” foram inaugurados. Em 1728 John Bennet foi considerado culpado de sodomia em um puteiro do Lincoln Inn Fields. O apogeu da caçação em locais públicos começou na época vitoriana, quando as reformas sociais trouxeram centenas de banheiros públicos às ruas da cidade. Seus benfeitores não tinham ideia de que estavam fornecendo os primeiros locais públicos perfeitos para o sexo casual livre. O caso mais notório de flagra, em Londres, foi em Dansey Place, no Soho, que caracterizou o processo criminal Horton vs. Mead, em 1913. Essa tornou-se a principal jurisprudência na época e foi usada para perseguir os gays pelo resto do século. A vítima mais famosa foi o ator John Gielgud, já entre os que nunca foram pegos então incluídos o primeiro-ministro Edward Heath, o deputado Tom Driberg e dramaturgo Joe Orton.
Vinte anos após o escândalo Gielgud, “Dermot” foi introduzido por um amigo ao mundo da caçação em locais públicos. Eles foram a um puteiro em Shepherds Bush Green, em Londres, onde Wilfred Brambell havia sido preso em 1962. “Eu nunca tinha ouvido falar sobre isso”, diz Dermot, agora com 67 anos. “Fiquei surpreso com os diferentes tipos de pessoas que estavam lá.” Isso foi o que fez dele um praticante. O que ele mais gostava é que ele nunca sabia quem iria encontrar. Na década de 1970 ainda havia muito poucos bares gays e a maioria dos homens ia para os banheirões para caçar. Em certa ocasião, Dermot foi para casa com um jogador do Millwall [“Ele lia revistas femininas, enquanto eu lhe aplicava uma boa chupeta.”].
As coisas iam bem para Dermot em 1973, quando foi preso em Deptford, no sudeste de Londres. Ele estava ao lado de outro cara no mictório. Dermot não sabia, mas aquele cara era um policial à paisana [“Muito bonito, por sinal, com uma bela rola.”] Logo que Dermot mostrou sua ereção, um segundo homem, a testemunha necessária para um flagrante delito, apareceu do nada e o renderam. Dermot foi levado para a delegacia, extremamente preocupado, porque ele tinha um alto cargo e o perderia se o jornal local noticiasse a prisão. Ele se declarou culpado e, como Gielgud fizera antes, deu um nome e ocupação falsos. É claro que a multa de 30 shillings [aproximadamente R$ 4,00] não o desencorajou a praticar o sexo em locais públicos. “Porque eu sou um homem gay, eu gosto de olhar para o pau do outro”, diz ele. E o medo de ser preso novamente fazia cada ida ao banheirão uma emocionante experiência.
“Chris”, agora com 40 anos, concorda que “o medo de que você pudesse fazer a escolha errada” [e acabar preso] era um tesão. Chris descobriu o sexo no banheirão quando ele era muito jovem e fazendo compras com seus pais em Poole, Dorset. Após essa experiência, ele fez questão de sempre mudar o caminho para ir às compras só para que pudesse retornar ao puteiro. Então, ele começou a ir por conta própria, em seguida, viajava para Londres. Os praticantes do sexo em locais públicos vão para áreas diferentes dependendo do tipo de homem em que estão interessados. Atores, no West End. Homens de terno, em Liverpool Street. Militares, em Waterloo. A hora do almoço era a mais movimentada. Caçar fora de Londres poderia ser maçante, mas era essencial para os homens casados. “Eu nunca vi tantos anéis de casamento”, diz Chris. Ele agora está em um relacionamento estável e não pratica sexo em locais públicos há dez anos. Mas sente falta.
“Carlo”, 28 anos, cresceu sem saber sobre a cultura do banheirão. Ele tinha 18 anos e estava em uma das cabines do banheiro público da estação de Birmingham New Street, quando veio uma mão por baixo da divisória e fez um gesto de masturbação. “Foi muito excitante”, lembra Carlo. Ele não soube até que tivesse feito sexo nos banheirões por, mais ou menos 15 vezes, que ele já fazia parte de um costume antigo. Agora ele busca aquilo que se adapte às suas necessidades. “Esse hábito oferece uma coisa que todos os homens querem: uma punheta rápida no meio do dia”, explica ele. “É o gaydar original.” Ele não espera encontrar um parceiro para o resto da vida no mictório. “As pessoas têm vergonha disso. Você não pode dizer às pessoas: “Nós nos conhecemos em um banheiro. É socialmente inaceitável.” Ele ecoa as mesmas reações de Dermot quando fala sobre a grande variedade de homens com quem teve relações sexuais. “É sempre diferente. Eu conheci todos os tipos de homem oriundos da Europa, América do Sul, África, Ásia, ricos e pobres. Parece ser um desejo universal.”
Carlo teve recentemente uma experiência que indica o caminho que essa prática irá percorrer no século XXI. “Eu tinha bebido e estava realmente excitado. Eu passei por esse cara e nós olhamos um para o outro. Ele disse, ‘Você quer ir para algum lugar?’ Eu disse, ‘Ok, onde?’ Nós decidimos ir a um desses banheiros do futuro, onde você paga 50 pence [aproximadamente R$ 1,30] para trancar a porta de uma cabine e começar uma contagem regressiva de 20 minutos até que a porta se destranque outra vez. Bem, eu não tinha feito sexo por tanto tempo que não durou os 20 minutos. Saímos com 13 minutos ainda no cronômetro.”
Caçação em locais públicos pode ser o sexo que não se ousa dizer o nome. Mas parece um hábito que vai estar entre nós pelos próximos 300 anos.




Veja[m] a matéria original, publicada na revista QXMEN que pode ser baixada em formato PDF, todos os meses, gratuitamente, na página do GLX [+ link na barra lateral, oficial ou aqui]

domingo, 18 de abril de 2010

A distorted sight from a distorted mind

* todas as músicas publicadas aqui, com formato MP3, podem ser baixadas em:
http://uma-vida-dannyella.4shared.com/


[...]eu não estou adepto ao slow bloging. É apenas um caso de bloqueio temporário. A falta de idéias pode atingir qualquer um. E mais de uma vez, diferente dos raios. Ao invés disso, uma fagulha sempre desperta. Ela traz de volta à luz. A claridade nos força fechar um olho e abrir outro. O entendimento fica disperso em múltiplas possibilidades. Cada umas das quais uma nuance adiante.
[...]
Quero mostrar, agora, o playlist das horas que decorreram até a finalização desta postagem
- 4 O’CLOCK – Emilie Autumn
- I LOVE TO LOVE – Tina Charles [esta sempre me lembra fim de show, quando os artistas voltam todos ao palco para se despedir; existe uma animadora de palco/apresentadora, que é chamada Paulinho 80, ao final de seus shows de stripper masculino, os modelos/michês despedem-se com o pênis eretos, causando furor na plateia que acompanhou a performance de cada um dos boys enquanto encarnavam alguns dos fetiches mais comuns da sociedade contemporanea, neste caso, a trilha sonora era do Abba, DANCING QUEEN.

- HOLD ME – Pearl Jam [para esta, até compus um poema: SEM TÍTULO/Talvez seja ela/Habitualmente/Cannabis sp./Tudo contra ela/Histericamente/Cannabis sp./Todos para ela/Honestamente/Cannabis sp.]
- GROOVE IS IN THE HEART – Armand van Helden Remix

- TRISTESSE – Milton Nascimento [da trilha sonora de A Casa das Sete Mulheres, me pirou a voz feminina, pode ser Maria Rita ou a própria Elis Regina mixada]
- MAY IT BE – Enya
- NAUGHTY GIRL – Beyoncé
- OMAN – Dead Can Dance
- COCOON – Björk [como um recital em que uma criança de voz estridente tem uma catarse em pleno palco, uma menina cega ou com tatuagem ocular]


- CARA VALENTE – Maria Rita

- FICTION (DREAMS IN DIGITAL) – Orgy
- KALAWANG – Jingo
- QUESTION EXISTING – Rihanna
- GOLLUM’S SONG – Torrinim Emiliana
- BABY BOY – Beyoncé
- PASSION – Stream of Passion
- CHUPA TODA – Ivete Sangalo [apesar do bom humor que traz essa música, sempre vai me lembrar de coisas ruins que houveram em um tempo que eu não quero lembrar; porque dói, e porque eu não aceito que a balança penda sempre, sempre e sempre em oposição de mim. I want revenge!]
- READY OR NOT – The Fugees
- JÒGA – Björk
- MINHA MENINA – Mauricio Manieri
- CAN’T GO FOR THAT – Tamia
- FORGIVE ME – Wumpscut
- DA LAMA AO CAOS – Nação Zumbi
- CINEMA – Ice MC

- CYBER-RAGA – Madonna

- PRA VOCÊ VIVER MAIS – Pato Fu
- ALEGRÍA – Cirque du Soleil
- PEDRO MILA – Raiz do Sana
- INTO YOUR LIGHT – Leaves’ Eyes
- DEUS [APAREÇA NA TELEVISÂO] – Kid Abelha
- LET ME KISS YOU – Morissey [quem me apresentou essa música foi titia Paluzza, mas conheci Morrisey na MTV, vocalista do The Smiths, o cara arrebenta nos seus álbuns solo]
- PURE SHORES – All Saints [acho uma pena esse grupo não ter prosseguido em sua carreira, buscado uma forma própria de expressar o canto, infelizmente foram tratadas como produto descartável e perdeu-se um conjunto com infinitas possibilidades de crescimento; ou, talvez, não tivessem talento pra muito mais além do que fizeram... não sou crítico de música, apenas fala o que sinto]
- SEU TROFÉU – Gram [depois do vídeo clipe do gatinho que desperdiça suas sete vidas por um falso amor, nada mais a comentar]
- CHOCOLATE – Kylie Minogue [em homenagem a todo chocolate devorado voluptuosamente, nos momentos que iniciaram a composição desta postagem]

- PASSE EM CASA – Tribalistas
- FROM YESTERDAY – 30 Seconds to Mars [entrou de repente, a map of the world, read the message, in this face it’s a map of the world... e é pra ontem, hein!]

- COTIDIANO DE UM CASAL FELIZ – Jay Vaquer [me lembra muito um tempo bom em que se podia ter ilusões de glória, nas palavras de minha querida amiga, a aniversariante do mês, GERINHA[+], atualmente com 31,99 anos de idade, mas no próximo dia 20/04, são 32,00. Ah-ha-há, me alcançou!
- BEAUTIFUL – Sarah Brightman
[...]e essa lista não tem fim,[...]