FAVOR REPORTAR LINKS QUEBRADOS

FAVOR REPORTAR LINKS QUEBRADOS
Please report broken links
リンク切れを報告してください。

última atualização 20/06/2016

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Para Valter

SEM TÍTULO

O fiasco de uma frustração. Eu acho um horror que pessoas comuns (tristes) (tristes por quê?) façam peçam cantam comem e dormes comes e bebes

Tico-tico no fubá tchubixuba já o prato do dia dá gosto e la la lá Mas qual? Aposte na pedida do chef

O último capítulo está próximo de ser concluído Será? Guardaremos os pulsos para o gran finale fatal ferido Vivo

Esquecido calou-se o telefone ociosos eletrônicos não fizeram bip Sozinho no universo um homem espera das pessoas comuns que façam peçam cantam comem e dormes comes e bebes

As asas dos anjos são muito frágeis Sabe-se que as poções que levam asas de anjo em seu preparo são certamente infalíveis Pena as asas de anjo serem artigos de luxo

As pessoas comuns fazem suas poções com ingredientes mais puristas e regionais Cachaça com mel de abelha brava Guaraná e cidreira Água de coco e pé-de-moleque não são necessariamente infalíveis

Um champanhe agora iria bem Pelo menos evitamos as mudanças bruscas de temperatura em nossos dentes quando bebemos algo gelado como champanhe

Perseverança é acreditar que acharemos água potável para todos A hierarquia apocalíptica tem quatro níveis Guerra fome peste e morte são os nobres cavaleiros desta ordem

Na falta do champanhe por favor um café preto Eu gosto de limonada bem docinha mas um cafezinho bem passado é bastante sedutor

No final das contas as pessoas comuns vivem em uma hierarquia infalível na busca pelo seu direito universal para que façam peçam cantam comem e dormes comes e bebes
escrito no acaso de um devaneio, mas oferecido de coração a um novo amigo que fez aniversário ontem [28/01]

Meu passado não me condena, mas meu futuro certamente o fará...

Vintage sem direitos autorais

O que se passa na minha cabeça, às vezes, nem eu mesmo consigo processar, e com sorte, entender. Ouso chamar de desejo. É o desejo o combustível mais básico e primitivo que alimenta o meu ego. Eu não entendo de filosofia e também não estou habilitado a fazer uma análise comportamental. Imagino que alguém “de fora” tenha mais sucesso ao tentar desvendar meus mistérios. O fato é que eu vivo um dia de cada vez, mas não como se fosse o último, e sim, como se fosse único. Cada dia conta uma história diferente e um dia nunca é igual a outro. Todos já sabem essas regras, todos desejam quebrá-las. Como eu disse: o desejo.

***

Essa crise econômica mundial não dá sinais de trégua e as relações políticas internacionais não andam amigáveis. Barack Obama é o novo super-herói que a América fabricou nos bancos de Harvard. Por causa da bronca que levei da Paluzza, eu comecei e escrever um conto que é, justamente, uma ficção que retrata como seria a III Guerra Mundial se ocorresse hoje. Não no passado, nem em um futuro longínquo senão hoje. Como eu não sou um artista, na concepção da palavra, só consegui criar o esqueleto de uma história. Não me envergonho de dizer que é necessário que um roteirista profissional dê continuidade ao texto, preenchendo as lacunas da trama e sugerindo novos desfechos.
Sei que, talvez, seja uma bobagem pensar nisso agora, mas é o meu desejo de ver, no país, a ascensão de uma indústria do cinema de massa verdadeiramente brasileira. E não só cinema, como literatura, canais de TV, internet...


***

Pior que importar a tecnologia e os serviços dos países ricos é importar sua cultura. Nós temos o mau hábito de depreciar o caráter do povo brasileiro, e essa idéia parece estar se fixando nos nossos hábitos. Os brasileiros mais ricos não investem em pesquisa científica, preferem guardar seu dinheiro roubado em paraísos fiscais. Os pequenos golpes, as pequenas mentiras, a impontualidade, tudo isso é aceito no Brasil.
Até parece que eu estou pintando o pior quadro do homem e de todo o resto, na verdade, apenas procuro avaliar os dois lados da balança. Sei que existe o lado bom. Para chegar ao fundo do poço é necessário entrar por um túnel e no final dele encontraremos a luz. O tamanho da queda é o que menos importa e estamos sempre caindo, afinal, tropeçar também nos joga para frente.
Agora eu acordo bem conformado. Prefiro abster-me de fazer pedidos. Exercito a aceitação e o desprendimento. Mentalizo uma boa oportunidade com todas as minhas forças, mas não consigo matar aquela maldita pulga atrás da orelha e estrago a simpatia. Depois acontece algo novo e eu esqueço todas as coisas ruins momentaneamente. Nestes casos, o melhor a fazer é meditar.




É CLARO QUE NO MEU TEMPO LIVRE, ALÉM DE MEDITAR, EU PROCURO ME DISTRAIR COM MASTURBAÇÃO [ALIÁS, COMO QUALQUER OUTRA PESSOA ADULTA E SEXUALMENTE ATIVA], MAS PARA ISSO, NÃO É NECESSÁRIO ARRUMAR UMA DOR DE CABEÇA E ESTOU FALANDO ESPECIFICAMENTE DA DISTRIBUIÇÃO / VEICULAÇÃO / PUBLICAÇÃO, NA INTERNET, DE MATERIAL PROTEGIDO POR DIREITOS AUTORAIS.
EU CONFESSO QUE ESTOU ME LIXANDO PRA ISSO, MAS REMEXENDO O VELHO BAÚ EU ACABEI ENCONTRANDO ÓTIMOS EXEMPLOS DE ARTE ERÓTICA. TODOS PRODUZIDOS HÁ MAIS DE VINTE ANOS, NO FIM DOS ANOS 1980. OS PINTOS RARAMENTE ESTAVAM DUROS, MAS AS FOTOS ERAM VERDADEIRAS OBRAS DE ARTE. UI, TITIA!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Desprogramação mental... Mitchell-3

Eu não quero ser óbvio, mas você[s] já deve[m] ter percebido que eu estou a, pelo menos, um mês sem publicar alguma coisa interessante ou nova aqui no blog. As minhas últimas duas postagens estavam “programadas” desde o ano passado, o quê, no final das contas, significa que já faz muito tempo que eu não me dedico ao blog da maneira que eu [acho] deveria. Como diriam os falsários e os maridos adúlteros munidos de todo cinismo que lhes é peculiar “para tudo há uma explicação” e cá, agora, enumero as minhas.
A primeira e, talvez, a mais importante delas seja o fato de eu estar sem internet em casa. Uma lástima, concordo, se por um lado é um problema fácil de resolver, por outro é dificílimo, mas não entrarei em detalhes. Eu tenho acessado a internet, sem problemas, no escritório do meu pai, entretanto é preciso lembrar que aquele não é o “meu” computador, não é sequer um computador “pessoal” e tenho por princípio não deixar nele rastros da minha, digamos, libidinagem. Esse ponto, aliás, leva direto ao segundo motivo da minha ausência [ou, em outras palavras, da minha falta de estímulo]: creio que acabou o meu estoque de desenhos eróticos, especialmente dos meus artistas preferidos [Julius e Josman] ou qualquer outro de igual beleza.
Eu costumava encontrar um vasto material relacionado à arte erótica em programas de compartilhamento de arquivos, mas, mesmo assim, havia problemas a serem superados. Normalmente a maior oferta de séries do Julius pode ser encontrada na rede eDonkey[+], mas, a não ser que eu mesmo fosse o culpado, sempre demorou muito para que se concluísse satisfatoriamente uma transferência. As filas de espera são muito longas e a taxa de transferência é muito baixa. O mesmo acontece com as redes Gnutella[+], sendo que, neste caso, os usuários costumam liberar poucos slots para upload o que faz as filas de espera serem, também, muito grandes e demoradas. Apesar disso não posso reclamar, já que esses usuários [todos bons samaritanos] se deram ao trabalho de abrir as carteiras para comprar as séries direto na fonte e ainda nos fazem o favor de compartilhá-las gratuitamente. Neste sentido, para incrementar ainda mais a propagação deste tipo de material, eu sigiro que façamos uma campanha: quem possuir séries inéditas e completas de qualquer artista, ensaio ou história, por favor, armazene no RapidShare[+] e distribua o link para o maior número possível de pessoas. Também sugiro que utilizemos nomes de arquivos cifrados, basta criar uma cópia do arquivo em questão e depois renomeá-lo. Isso evitaria que a própria equipe de RapidShare os excluísse de seus servidores.

Que coisa feia, não? A pirataria digital a serviço da satisfação dos nossos prazeres mais inconfessáveis...
Finalizando este longo discurso, o último motivo para a minha falta de imaginação, inspiração, desejo, etc. Nas palavras de minha querida Paty-ui-titia, foi um inferno astral que já passou, felizmente. Sobre este momento da minha vida e outros que vieram antes ou depois eu reservarei uma postagem especial. Por enquanto fiquem com a terceira e última parte da coletânea do MICHAEL MITCHELL. Asta la vista, baby!

[+ parte 1] - [+ parte 2]

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009