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última atualização 20/06/2016

sábado, 26 de janeiro de 2008

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Rodeado por livros de Direito

Eu estava sentindo falta de entar na internet e ficar horas a fio sem me preocupar com o tempo. Quando meu pai chegou mais cedo em casa eu perguntei se eu poderia ficar no escritório, à la volonté. Como a sua resposta foi afirmativa, aqui estou eu.


Rihanna - Don’t stop the music


RAPIDINHAS:
- ditadura da moda é excludente? duh!
- melhor lamber os beiços
- o niver de São Paulo já tem roteiro garantido
- se jogue na folia sem medo
- GLBTs têm a cuca mais fresca[?]

Sedução picante

MAIS UMA COLETÂNEA JOSMAN SEM COMPROMISSO COM ENREDOS.

outras fontes, além do meu arquivo pessoal:
- Nightcharm
- The Pink Ice
- Jonas Dick

sábado, 19 de janeiro de 2008

Todos merecem descansar em paz?

escrito na manhã de 16 de janeiro de 2008.
alvo de tiros
Eu honestamente não sei o que poderia estar ocasionando esta série de eventos incômodos, é como se houvesse bruxas soltas, exus, encostos, vampiros e toda sorte de macumbas e maus agouros assombrando a minha casa neste exato momento. Uma união de forças maquiavélicas dispostas a tirar o sono de qualquer um em seu caminho.
Sim, eu gosto de dormir, mais que gostar, eu preciso dormir. É meu direito sagrado.
[...]
Bem, agora que estou acordado, escrevo. Não sem antes colocar o som no último volume. Minha vingança vem nas batidas da música variada que toca no meu player. É necessário competir de alguma forma com meus inimigos e, de quebra, manter-me acordado. Café antes do almoço me faz mal ao estômago. Mesmo assim sinto fome. O que fazer?
As letras se embaralham nos meus olhos, as palavras fogem de minha cabeça, por que será que eu tenho tão baixa resistência à falta de sono? Sempre me considerei um insone, agora discordo, quero dormir, mas já acordei. É dia e não gosto de dormir durante o dia, não gosto de dormir aos bocados, como os cães.
[...]
Na verdade acho um desperdício de tempo termos de dormir. Eu que sou assumidamente notívago, adoro a noite, adoro andar à noite, prefiro fazer tudo à noite, inclusive dormir. Mas dormir me toma grande parte do tempo. Horas e horas perdidas para que um punhado de neurônios fracos recupere sua energia perdida. E para quê? Para que tenhamos, depois, menos que um dia inteiro para cuidar da vida?
Eu também gosto do dia, gosto do sol, mas quase não vemos o sol de tão ocupados e, à noite, precisamos dormir. Somos obrigados pelo nosso relógio biológico a entrar em stand-by. O próximo passo evolutivo do homem deveria ser a eliminação do sono, ou pelo menos a sua diminuição drástica. Quem sabe coisa de minutos? Uma hora no máximo. Quanto tempo leva para que se recarregue uma bateria de celular descarregada? Duas horas? Depois o telefone funciona ininterruptamente por dias.
[...]
Quatro batidas fortes. PA-PÁ, PA-PÁ! Em frente à minha casa um coronel da polícia militar foi baleado, talvez morto. Ele estava à paisana, andava de bicicleta, poderia estar indo comprar o pão e o leite da família, poderia estar apenas aproveitando o ar fresco da manhã para se exercitar. Em seu caminho uma moto preta, um motoqueiro de roupas pretas, capacete preto. A perfeita imagem de um algoz do século XXI.
Quatro tiros. O sangue escorre no asfalto, o corpo imóvel.
Onde moro as pessoas são solidárias, reconhecem a vítima, amontoam-se em volta chocadas, chamam o resgate, liberam o acesso aos veículos. Sirenes, pneus cantando, helicópteros, repórteres. Não, não é um filme.
[...]
Ainda sinto sono. Ainda sinto fome.
[...]
O pobre homem baleado descansa, mas não abrirá seus olhos outra vez.


- comandante da PM é assassinado a tiros

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Final feliz

Estou me sentindo feliz.
O romance está no ar.
Um romance meu comigo mesmo.
Penso em arte, penso que é hora de arte.
Fazer arte tem duplo sentido.
Arte.
Arteiro.
A beleza causa prazeres.
O prazer faz-me sentir feliz.
Arte.
Arteiro.
[...]
Muitas, muitíssimas referências ao amor nas músicas. Estou ouvindo-as agora aleatoriamente e todas elas saúdam o amor, o amor de dois amantes. Eu pessoalmente não tive esta experiência ainda; imagino que eu queira acreditar que não precisei, se não tive foi por motivos outros, na verdade, não aconteceu. Pura e simplesmente não aconteceu ainda.
Mas é inspirador, não? Inspirador como a arte.


terça-feira, 8 de janeiro de 2008

A chegada do INTA

Passou, mas nem parece!Ele nasceu aos oito dias do mês de janeiro do ano de 1978, às 19h15. Fruto de um casal que havia esperado dois anos, antes de gerar o primeiro de três filhos, para que tivesse um mínimo de condições de ser criado.
Era uma página em branco, ou melhor, uma semente que foi dada à luz e estaria sujeita às duras pressões do meio ambiente que a cercava.
Logo na infância notou que não se comportava como esperado, apesar da elogiada “inteligência”; sua forma de se expressar e suas atitudes revelavam uma inegável tendência homossexual a que à mãe, filha de uma “crente fervorosa”, não passaria em branco... a ele, certamente não passou.
Conforme corria o tempo, em meio a bonecas, brincadeiras com as irmãs mais novas, as primas e o desejo de experimentar os vestidos da mãe, o menino crescia e, conformado com sua condição, tentava entender quais seriam os motivos do seu “desvio”. Na sexta-série acreditava que era excesso de hormônios femininos, na sétima, que havia sido uma mulher má em outra encarnação e então, na oitava-série, lendo uma revista se deparou com o termo transexual... estava ali a resposta que abriu as portas de sua imaginação. O menino poderia ser mulher.
A idade adulta e o conhecimento das teorias biológicas sobre a reprodução humana e a transmissão de genes apaziguaram seu espírito, mas não por completo; ele havia se acostumado a viver uma vida que não era sua e não soube administrá-la bem. Procurou a morte; sem sucesso, desistiu. Por mais que pareça estranho, não sentiu nenhum pesar, ao contrário, essa condição o levou a ser o que é hoje: adulto, seguro e autoconfiante... e dando o devido valor à vida humana. Apenas se arrependendo por não tê-lo feito antes, já que evitaria quase todos os maus bocados por que passou e o desperdício de tempo que só agora [aliás, antes tarde do que nunca!] teve chance de recuperar.
Aquele menino-mulher sou eu, e me chamo DANIEL.
Hoje, comemoro meu trigésimo aniversário...

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Rumo ao Norte

Mais 365


Então 2007 já está morto e enterrado?
Pelo menos nós temos a chance de tentar de novo, tentar o novo, viver, crescer e sonhar.

Feliz ANO NOVO!