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última atualização 20/06/2016

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Another time break... Tagame-2

Mais uma vez estou dando um tempo. Por sinal não vou entrar em maiores detalhes. Infelizmente não estou passando por uma fase muito boa da minha vida. Claro, eu tenho consciência de que nem sempre todas as coisas vão dar certo, em todos os setores da nossa vida, ao mesmo tempo. Posso dizer que tenho tido experiências sexuais maravilhosas e gratificantes, mas o lado profissional e familiar estão ocupando mais do que eu poderia imaginar e não vou poder dar toda atenção que este blog merece.
Espero que vocês entendam e me apoiem. Em todo caso DANNY-SE!




MAS EU NÃO PODERIA ME DESPEDIR SEM DEIXAR VOCÊS DE MÃOS ABANANDO. HOJE ENTREGO A SEGUNDA PARTE DESTA SÉRIE S&M DO MESTRE TAGAME: BOM GAROTO. DESTA VEZ USEI TARJAS PRETAS PARA CENSURAR O INÍCIO DAS CENAS DE VIOLÊNCIA E ESCATOLOGIA QUE AINDA VIRÃO. ENJOY VERY CAREFULLY!

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[+ parte 1]

domingo, 5 de agosto de 2007

Em outras palavras.

I just translate this story, which really happens to me, for my foreign visitors who are used to the English language.
Eu traduzi esta minha história verídica para os meus visitantes estrangeiros que estão acostumados com o Inglês. Se você prefere Português pode ficar tranqüilo, logo abaixo está o que você procura.

I’ve noticed that it’s been a while since I’ve wrote about my sexual intercourses. The truth is, it didn’t happen anything so interesting that must be published. Such situation came to change in the dawn of the last Saturday, the day when I had the most wonderful and surprising fuck ever.
The place: the same old square. It was a cold night and nothing was happening there, occasionally some person walked slowly through, but soon he was moving away disinterested. I’ve been some time there talking to a friend who was as the same way as I was. We decided to split out and come back to hunting. Who knows one of us wouldn’t get anything.
I was hanging around when a car parked behind me, lowered the glass and a voice inside called me. Bending myself over I asked:
- To much cold in there?
- A lot! I need somebody to warm me up... what you think?
- I can give you a blowjob.
No names, no words. He opened his pants and pulled me inside through the window of the car. I ended with my legs hanging out while I was licking and sucking his dick. Then something woke up a sleeping beast; he said me he wanted to leave the car, I went down. We went under the shade of a big tree, I knelt at his front while he reopened his pants.
Well, as he was sat down and closed inside the car I couldn’t have the real notion from the size of his cock. But there, right in front of me a tower was rising. His dick was big, fat, rock hard; I was starting to worry... I am fucked, I thought.
- Let me just put the head?!
Mmmm, I know this history! I wet it pretty well with saliva and began the first attempt. It hurt me, I ran away. He asked me to keep sucking, he wanted me to left it really wet.
- Let me put it in your ass?
- But I can’t handle your cock...
- You can handle just the head...
I don’t know why I insist on punching knives. I tried again; he’d let me to lead the movements. One more time he pointed his dick to me, but as the monster was coming in more I felt uncomfortable. I tried to run away again. He felt it and held me very tight to his body. This scared me. I was in the tip of my feet trying really hard to prevent that his cock to slide inside my ass at once. He grasped me with more strength. I think I was so surprised with such situation, looking for a way to set myself free from that pervert that I forgot, for just a few seconds, about my own asshole. This made me relax, I guess. In these seconds when I was fighting in his arms he spoke to me with the naughtier voice in the whole world.
- Didn’t you realize that my cock is all inside your ass?
It was when I figured out: that son of bitch really got to put it in and without hurting me at all. What cames after wasn’t entirely predictable. Yes, we made sex, but he took my anus with a vigor that I haven’t seeing for such a long time; he took me through the sidewalk, ahead of who wanted to testify us and there I yelled in a way that I never thought I was capable to.
- Son of bitch!
He also said a lot of nasty things and left me crazy, he didn’t care with all noise I was making nor with the cars that passed through the street. Soon he announced he was cuming. I came back to suck him searching for the last drop of semen. His dick kept in the same state: big, fat, rock hard...
Suddenly another car parked, the driver went down and came closer to us; he put his cock out. My rapist offered me as a meat part. We finished playing together and when the last of us had cum though we said goodbye and moved on. Probably I’ll never see any of them again, despite that a smile showed up in my face, a smile of pure lust.
I found that friend again, but I didn’t tell him the reason of my joy. When I came home I was feeling like I was ten years younger and then I slept like an angel.

Eu reparei que faz algum tempo que não escrevo sobre minhas aventuras sexuais. A verdade é que não aconteceu nada tão interessante que merecesse ser publicado. Tal situação veio a mudar na madrugada do último sábado, dia em que tive uma transa maravilhosa e surpreendente.
O local: a velha praça de sempre. Era uma noite fria e nada acontecia ali, às vezes alguém passava devagar, mas logo se afastava desinteressado. Fiquei muito tempo sentado num banco conversando com um amigo que estava ali do mesmo jeito que eu. Decidimos nos separar para voltar à caça. Quem sabe um de nós não conseguiria algo.
Foi quando um carro estacionou atrás de mim, baixou o vidro e me chamou. Ao me inclinar para vê-lo perguntei:
- Muito frio aí?
- Demais! Preciso de alguém pra me esquentar... o que você esta a fim de fazer?
- Posso fazer uma chupetinha.
Sem nomes, sem mais palavras. Ele abriu o zíper da calça e me puxou pra dentro através da janela do carro. Acabei com as pernas penduradas pra fora enquanto lambia e chupava seu pau. Então alguma coisa despertou nele uma fera adormecida; ele disse que queria sair do carro, desci. Fomos para a sombra de uma grande arvore, me ajoelhei diante dele enquanto ele reabria suas calças.
Bem, com ele sentado e espremido dentro do carro eu não pude ter a real noção do tamanho do seu pinto. Ali, de pé na minha frente erguia-se uma torre. Seu pau era grande, grosso, tão duro; fiquei apreensivo... estou fodido, pensei.
- Deixa eu pôr só a cabecinha?!
Hummm, eu conheço esta história! Molhei bem com saliva e parti para a primeira tentativa. Doeu, fugi. Ele pediu para eu continuar chupando, queria que eu o deixasse bem molhado.
- Deixa eu pôr na sua bundinha?
- Mas eu não vou agüentar o seu pau...
- Só a cabecinha você agüenta...
Não sei porque insisto em dar murro em ponta de faca. Tentei de novo. Ele deixou que eu conduzisse o movimento. Outra vez encaixou seu pau em mim, mas conforme avançava eu me sentia mais desconfortável. Ameacei fugir de novo. Ele percebeu e me agarrou junto ao seu corpo, prendendo meus braços. Isso me assustou. Fiquei na ponta dos pés tentando evitar ao máximo que o pau dele entrasse de uma vez. Ele se agarrou com mais força. Acho que eu fiquei tão surpreso com esta situação, procurando uma forma de me desvencilhar daquele tarado que me esqueci, por alguns segundos, do meu próprio cú; isso deve ter feito com que eu relaxasse. Nestes segundos em que me debatia em seus braços ele me falou no ouvido com a voz mais sacana do mundo.
- Você percebeu que meu pau está inteirinho no seu rabo?
Foi quando me dei conta: aquele filho da puta conseguiu ir até o fim e sem me machucar.
O que veio em seguida não foi de todo previsível. Sim, nós fizemos sexo, mas ele tomou meu ânus com um vigor que há muito tempo não sentia; me levou até a calçada, diante de quem quisesse testemunhar e lá eu gritei como nunca pensei ser capaz.
- Filho da puta!
Ele também falava muita sacanagem e me deixava louco, não se importava com todo o barulho que eu fazia nem com os carros que passavam. Logo anunciou que estava gozando. Voltei a chupá-lo em busca de uma última gota de sêmen. Seu pau se mantinha no mesmo estado grande, grosso e muito duro...
De repente um outro carro estacionou, o motorista desceu e veio se aproximando de nós; pôs o pau pra fora. Meu estuprador me oferecia como uma peça de carne. Acabamos brincando os três juntos e quando todos nós gozamos nos despedimos e nos separamos. Provavelmente jamais verei qualquer um deles novamente, mesmo assim um sorriso se instalou no meu rosto, um sorriso de pura concupiscência.
Ainda voltei a encontrar aquele amigo, mas não contei o motivo de minha alegria. Fui embora dez anos mais novo e dormi como um anjinho.