FAVOR REPORTAR LINKS QUEBRADOS

FAVOR REPORTAR LINKS QUEBRADOS
Please report broken links
リンク切れを報告してください。

última atualização 20/06/2016

sábado, 3 de fevereiro de 2007

Leituras, Osze-2

LEITURAS DA SEMANA QUE PASSOU:
- deixar de ser antiamericano melhora nosso senso crítico contra os EUA
- “gato” ao contrário: só mesmo em São Paulo
- especial Terra, Aquecimento Global
- novo SO obrigará usuários a trocar computadores velhos
- sim, sou homossexual, e daí?
- para relaxar: receitas de caipirinha


ENTREGA DE CARTOONS:
Esta é a parte final de uma série do OSZE apresentada em dezembro de 2006. VESTIÁRIO MASCULINO. [+ parte 1]

[-7-] [-8-] [-9-] [-10-] [-11-] [-12-]

Bater, para pegar no tranco

Depois que rolaram por aí notícias tratando de homofobia e racismo dentro do Big Brother, o qual eu não assisto, acabei esbarrando com alguns textos dos blogs que eu freqüento. A Denise, do Síndrome de Estocolmo, escreveu [+] longamente sobre o assunto assim como o administrador do Famosos Nus, esse, um tanto apaixonado, acabou escrevendo seu desabafo [+] sem se preocupar com a gramática; também, pudera, o tema não foi dos mais amenos.
Quando eu li a respeito do potencial machista do brasileiro Felipe Cobra [+], que, assim como muitos, prefere resolver seus “problemas” com o uso da violência, imediatamente pensei em um dado que escapou aos olhos de todos aqueles que comentaram este infeliz episódio. A violência em si como forma de resolver conflitos de interesse, não só um exemplo de homofobia. Eu tenho um amigo que diz sabiamente, em relação a essas e outras situações, se essa pessoa é capaz de fazer isso com aquela, o que a impedirá de fazer o mesmo comigo ou com qualquer outra pessoa? Esta é justamente a questão. Felipe Cobra não gosta de uma bicha mais assanhada, desce a mão nela. Se alguma namorada ou esposa sua, não se comporta como deveria, desce a mão nela. Se seus futuros filhos não andam na linha, desce a mão neles. Pai, mãe, criança, velho, certo ou errado; desce a mão. É preto, pobre, judeu, muçulmano, índio? Mata, mata, mata...


Não sei o que se passou depois disso, se a Rede Globo exigiu uma retratação pública do seu contratado ex-anônimo, ou mesmo se exigiu que o próprio Pedro Bial se desculpasse ao vivo por alguma declaração [mal] feita pelos participantes do programa, mas pergunto: de quê adiantaria? O público médio que assiste a este programa depois da sua novela preferida concorda e age como Felipe Cobra. Eu imagino qual seria a atitude do homem-das-cavernas caso seu “amigo gay” fosse vítima de violência por ter, supostamente, agido mais descaradamente. Apartaria a briga? Defenderia o amigo? Uniria-se ao agressor?
A minha conclusão é simples e, talvez, não agrade a todos. Não há nada que possa ser feito. Infelizmente, homens e mulheres como Felipe Cobra já se tornaram adultos, já formaram suas personalidades brutas, machistas, egoístas e já não têm mais salvação, só nos resta aprender a reconhecer estes indivíduos e evitá-los, a pena para eles deveria ser o ostracismo. Tentar resolver esse tipo de assunto na justiça, além de demorado e um tanto ineficaz, só traria benefícios se tivesse cobertura maciça da imprensa brasileira, o quê não é o caso.
Devemos torcer para que a educação dos nossos filhos e a formação de suas personalidades não seja comprometida por essa herança suja que nós, inevitavelmente, lhes deixaremos.