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última atualização 20/06/2016

quarta-feira, 23 de agosto de 2006

Bunker, nada!... Zack-1




Matéria retirada da Revista da Folha.


CroquiTricô básico...
Modelo de agasalho que eu criei, eu acho que em 2001, mas nem cheguei a pôr as mãos na massa e tricotá-lo... Acho que deveria ter feito, tá um frio do caralho!

É, pessoas, eu estou atolado. Desculpem a demora! Senti saudades.
Por causa de alguns a probleminhas técnicos, vou atualizar o blog somente nas quartas-feiras, quase sempre [eu espero]... mas eu imagino que isto seja apenas uma fase rápida, puf, passou... você[s] vai[ão] ver!
Hoje entrego a parte 1 desta história bem picante do ZACK, chamada DOMINADOS PELA LUXÚRIA.

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domingo, 13 de agosto de 2006

De filho para pai

Hoje foi o dia dos pais; além de parabenizar o meu pai e lhe dar presentes, ele foi o convidado de honra do almoço. Sim, eu amo o meu pai, também amo muito a minha mãe, esta mulher que me carregou por 9 meses em seu ventre e passou por todas as dores do parto [e toda a rasgação de seda que daí deriva], é quase como um amor automático. Mas, com o meu pai não foi assim, não foi automático. Foi um amor que nasceu, digamos, tardiamente.
Na minha infância, meu pai foi uma figura um tanto ausente. Não por falta de amor ou interesse de sua parte para com os filhos, eu acho que foi mais inexperiência mesmo. Somado a isso, doses cavalares de timidez, acredite[m] se quiser, encoberta por uma cara séria, brava.
Eu não gostava de sair com ele, só ele e eu. Nas vezes em que me levou para algum programa pai-e-filho, fosse um cinema, um restaurante novo, um passeio de carro [meu pai adora fazer turismo em São Paulo], ficávamos mudos a maior parte do tempo, ou então eu odiava cada segundo, por exemplo, em algum jogo no Pacaembu... SIM, eu já fui ver jogo de futebol, ao vivo, no estádio... Enfim, comecei a recusar seus convites e tentava me afastar dele o quanto pudesse.
Depois eu cresci e deixei de lado essas coisas de criança mimada, então comecei a entender o que realmente se passava ao meu redor e, caiu a ficha. A partir desse momento eu passei a tratá-lo melhor, puxar assunto, admirá-lo, respeitá-lo muito, e amá-lo. Amar demais esse homem, que não é, com certeza, o melhor homem do mundo, mas é o meu pai. E eu sei que ele me ama, mesmo eu não gostando de futebol, mesmo eu não gostando de mulheres, mesmo que eu queira me vestir de drag queen no natal e dar escândalo [rs]...

FELIZ DIA DOS PAIS, PAPAI!


Aproveitando a deixa, gostaria de falar sobre pais, filhos e fantasias incestuosas.
NÃO, não pense[m] que eu, alguma vez na vida, tive qualquer idéia torta em relação ao meu pai... Eca! Longe disso. Só estou tentando explicar o meu interesse por estes comics eróticos de moral meio duvidosa.
Fazendo uma análise profunda de tudo que formou minha personalidade eu acho que foram as figuras e ícones de masculinidade, que se amontoavam na TV em meados de 1980, os fatores preponderantes. Desde que me conheço por gente [adoro isso!], desde que me conheço por gente, eu me interesso por homens grandes, fortes, e/ou peludinhos, com cara de macho e barba por fazer.
Lembro que eu achava o He-man tão lindo e ficava doido quando aparecia alguma foto do Alexandre Frota e do Renato Gaúcho, de peito nu, nas revistas de celebridades. Juba e Lula, do Armação Ilimitada, Alec Baldwin e Kevin Costner, o cara fortão que fazia o Hulk, até o Rambo... Antônio Fagundes, então, era uma coisa! A novela O DONO DO MUNDO foi marcante neste sentido, foi a última novela em que ele posou de garanhão, e aparecia, vindo do banho, apenas com uma toalha na cintura.
Quando iniciei minha vida sexual, aconteceu primeiramente com os colegas da escola, depois fui procurar homens mais velhos. A minha tenra idade, confesso, serviu de atrativo para a maioria. Talvez fosse só o fato de eu ser TÃO atirado. A verdade é que eu fiz sexo com muitos homens adultos antes de ter chegado aos 18 anos e não me arrependo disso. Acho que sinto até uma certa saudade, já que estes pervertidos, hoje, não dão a menor bola pra mim [rs]... Hoje eu sou um homem. Não tão alto [só 1,72m], com certeza não sou forte [definidinho, talvez], porém, fiquei peludo e vivo com a barba por fazer... E, ser atirado, já não é mais tão atrativo quanto antes.
É por isso que gostei tanto destes comics de artistas como JULIUS, JOSMAN, TOM OF FINLAND e todos os outros. Esses desenhos me fazem voltar a uma época da minha vida que foi muito boa e que não vai mais voltar, são como recordações... Não sou pedófilo, nem incentivo a pedofilia. Tenho sobrinhos pequenos e mataria, sem pestanejar, alguém que lhes fizesse mal. Apenas gosto de viajar um pouquinho nestas fantasias proibidas... Cada louco com a sua mania, oras!

Nossa, dessa vez eu não me abri... eu me arreganhei!
Enfim, pense[m] o que quiser, só precisava falar disso um pouco, ok?


LINK SEMANAL:
– ela apareceu na TV, e se deu bem
cuecas Calvin Klein, Gatorade e Prozac: símbolos gays?
– o quê que a Bahia tem?... LOLITOS
por aqui, os manchas, os fiéis e os tricolores lutam até a morte
– não mexa com quem está quieto!
como dizer “ai, tô lôka!” em 8 diferentes línguas
– será que para ele o mundo é cor-de-rosa?
e tem gente que sente falta do tempo dos militares...
– governos teocráticos: procuram-se vivos ou [de preferência] mortos
filmes pornôs para aqueles que gostam de ricos roteiros
– mais filmes: estes não são pornôs
cuide bem do seu capacho!
– novo programa que estréia nas rádios será simpatizante


AGORA QUE TIVE O MEU MOMENTO CONFESSIONAL E OS LINKS, CHEGOU A HORA DE ENTREGAR A SÉRIE DO DIA. ELA SE CHAMA “QUEM GANHAR, LEVA TUDO!” E É DE UM AUTOR INICIANTE NO BLOG, ROLANDO MÉRIDA.
ESPERO QUE GOSTE[M]!
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Pode[m] clicar! Só um pouco de suspense, não fará mal a você[s]... \'Þ
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quarta-feira, 9 de agosto de 2006

Na locadora + próxima

Eu assisti a alguns filmes nestes últimos dias e neste post vou falar sobre isso. Os filmes são MEMÓRIAS DE UMA GUEIXA, A CHAVE MESTRA e BROKEBACK MOUNTAIN [O SEGREDO DE].


Memórias de uma gueixa
Japão... lindo!

Memórias de uma Gueixa é daquelas histórias que te deixam feliz e com a certeza de que os sonhos podem se realizar se você lutar muito para torná-los possíveis, mesmo diante dos problemas, e sem perder o caráter, a honra e a dignidade. A história se passa no Japão moderno e quem tiver olhar apurado vai notar pequenas interferências ocidentais no figurino, mesmo antes da II Guerra Mundial. As atrizes são lindas e os atores... bem, com pelo menos um deles eu casaria. ;D


A chave mestra
Katrina causou
“efeitos colaterais”

A Chave Mestra me pegou desprevenido. Desde o começo do filme, a história seguiu uma linha e no final, paaah: o anticlímax. Acho até válida a idéia do anticlímax quando sai daí algo que agrada e, pra mim, não foi esse o caso. Por que os pretos têm sempre que ser os vilões? Odiei! Mesmo que todas as críticas especializadas sejam favoráveis... Ah, estraguei a SUA surpresa? Ótimo, não precisa nem assistir ao filme.


Brokeback Mountain
Insônia e
melancolia

Agora, Brokeback Mountain... Não sei se é por eu ser gay ou por algum outro motivo que, talvez só Freud ou alguns anos de análise expliquem, mas quando o filme acabou o meu sentimento era de perplexidade. Geralmente quando um filme me causa muito mal, eu o classifico como horrível. Brokeback Montain é horrível! Um drama perene cercado de vazio. Quantos conflitos, quanta solidão... que vontade de sair pela rua gritando e arrancando os cabelos: socorro!... aaah, não tenho palavras [inclusive, estou escrevendo isso agora, no exato momento em que acabei de vê-lo]. Eu fico imaginando o que pode inspirar uma escritora a escrever uma história tão triste e encaixá-la nos piores tempo e espaço que existem dentro dos EUA. Não há, em todo o filme, uma única cena “tórrida” de sexo, como foi maldosamente falado em alguns veículos, ao contrário disso, o amor mais puro me comoveu, irritou e machucou. Cada segundo deste filme apela para as nossas lágrimas... Horrível! A única coisa que me deu um pouco de consolo foi, no final, Ennis Del Mar se redimir com sua filha mais velha por suas ausências como pai... e claro, Jack Twist impondo respeito ao sogro também conta, mas era de se esperar. Que filme horrível, me desculpe[m]!... Nem pro meu pior inimigo... e agora não consigo dormir...

OBS.: eu não escrevi as três resenhas no mesmo dia.
OBS.2: eu também assisti aO CÁLICE DE FOGO e aO LEÃO, A FEITIÇEIRA E O GUARDA-ROUPA. Gostei dos dois, mas quem leu os livros sabe que muitas cenas foram cortadas. Para fissurar mesmo eu recomendo a leitura dos livros.
OBS.3: outro filme que eu vi foi AEON FLUX. Gostei mais por algumas coisas que por outras; como disse um amigo: “é surreal e fantasioso demais”.
OBS.4: Brokeback me marcou tanto que eu também li o livro... aonde eu deixei meu Valium?


E VOCÊ[S], QUAIS FILMES RECOMENDA[M]?

sábado, 5 de agosto de 2006

Alma não tem cor porque eu sou branco*

* André Abujamra, banda Karnak

Há algum tempo atrás eu li uma postagem intitulada Eu não sou feito
de algodão doce!
[
+]
que me inspirou a escrever este meu próprio post. A dita postagem discutia a idéia do porque foi adotada a cor rosa para designar o que é gay.
Um dos comentários lembrou a II Guerra Mundial e os campos de concentração no qual os homossexuais eram identificados com um triângulo rosa. Talvez em alguma memória do inconsciente coletivo isso possa ter sido transferido, mas eu acho que não. Com o fim da II Guerra, muita água já rolou debaixo dessa ponte e, desde o tempo em que as mulheres queimaram sutiãs exigindo seus direitos, eu imagino, nós adotamos o arco-íris como logotipo, por causa da pluralidade de suas cores, que unidas formam um todo... aliás, essa simbologia é recorrente nos meus textos [+]...
Claro, o arco-íris só veio mesmo a se tornar uma “bandeira” com um quê de marketing nos idos de 1990 e desde então eu não me lembro de nada que referisse o rosa como sendo gay. Talvez o ônibus rosa de PRISCILLA, A RAINHA DO DESERTO, mas ele só foi pintado assim como protesto a uma pichação homofóbica...

PRISCILLA, A RAINHA DO DESERTO
A minha teoria para isso é simples. Nos EUA, o berço das liberdades civis [a-hã!] e extremismos em geral, é costume da mídia criar neologismos e gírias que acabam se popularizando no mundo inteiro. Com certeza, algum jornalista com fama de moderninho lançou, em alguma edição do NY Times, o termo pink-qualquer-coisa que acabou caindo no gosto do povo. Aí estava lançada mais uma semente de estereotipagem barata que geraria frutos como dinheiro rosa, mercado rosa, rua rosa, bairro rosa, festa rosa... e até vômito rosa, se me permitem o trocadilho!
Eu devo admitir, entretanto, que não tenho nada contra o rosa. Adoro coisas rosas e fofinhas de pelúcia ou algodão, Hello Kitty, Barbie, purpurina e etc... Mas isso sou eu e eu sou um só. Não acho certo rotular uma infinidade de personalidades tão distinta com uma simples corzinha... E as naturebas-greenpeace? E as góticas? E as filhas de Iemanjá? Onde se encaixam?... Parafraseando o Trintinha: eu não sou rosa, eu sou RAINBOW.
Pega mal?

LINKS DA SEMANA:
– aaah, só no dia de São Nunca...
...e esse dia não será em 1º de outubro!
– eu conheço umas vacas que não recusariam logo de cara
desculpa, mas ELA pode sim...
– conferência em Montreal, a ONU das bees
a resposta dos ignorantes é a violência...
– ...e a lei quase sempre lhes garante imunidade
quem vê cara, não vê... [bem macho]: tá doeeendo!
– bofes do momento no Brasil e no mundo... e + um
não cobiçarás o hambúrguer do próximo...
– ouvi dizer que este canal é uma bosta!
cruzeiro das loucas, para homens e mulheres
– pode beijar sem culpa, beijar é muito bom!
esse artigo é bárbaro! [seja você mesma, boba, e arrasa!]
– o pecado só existe nas cabeças maldosas
e a lenga-lenga continua
– não é bem assim o que rola nas estradas da vida, mas serve



Hoje eu fiz mais uma seleção especial com imagens do JULIUS. Eu acho uma pena que as suas séries sejam imensas [a maioria tem 100 páginas] mesmo que eu repartisse demoraria horrores pra publicar. Mas, às vezes rola por aí uma ou outra série incompleta. Navegando a rede eu descobri um blog que continha uma destas séries incompletas publicada, veja[m] PARQUE DA BOLA aqui [+]. O dono do blog é um certo Sin Angel [+], o anjo do pecado... uuuh!

Robinson Crusoé Robinson Crusoé Ramon e Julian Robinson Crusoé Parque dos Cervos Memórias de Manville Memórias de Manville As Cruzadas Parque dos Cervos As Cruzadas

quarta-feira, 2 de agosto de 2006

Mensagens subliminares de uma pobre vinheta

Ontem eu estava navegando tranqüilamente quando deparei com esta matéria [+] sobre a reação de um certo senador Pedro Simon a uma vinheta produzida e veiculada pela MTV. Imediatamente realizei uma busca por outras matérias relacionadas ao assunto e me vi diante de uma enxurrada [+] de asneiras sem tamanho.


Primeiro eu fiquei triste por saber disso só agora. Pensei: mais uma vez eu deixei passar alguma coisa importante que aconteceu no mundo por puro desleixo. Eu sempre me senti um alienado diante do cenário político brasileiro e sempre invejei pessoas, como meu pai e vários amigos, que conseguem ler um jornal inteiro no mesmo dia. Depois fiquei feliz por existir a internet e por eu ainda ter alguma chance de resgatar algo que eu venha a perder de vista... Especialmente porque pude formular minha opinião não apenas em manchetes sensacionalistas, mas na visão do próprio vídeo em si.
A vinheta começa satirizando a eterna disputa entre SITUAÇÃO x OPOSIÇÃO fazendo referências aos escândalos de corrupção, dólares na cueca e o jogo de empurra da responsabilidade sobre a violência urbana em um ano eleitoral. O filme segue dizendo que “nós” não somos “cordeirinhos” e já não agüentamos mais este esquema eleitoreiro em que os mesmos partidos de sempre se utilizam das mesmas estratégias para se manterem no poder.
O vídeo em questão não faz apologia ao voto nulo, ao contrário, ele chama o telespectador a refletir sobre a inutilidade da propaganda eleitoral gratuita, que vende os candidatos como os feirantes vendem seus produtos nas feiras-livres, e pede que nos armemos com um “saco” de paciência.
E HAJA SACO!...